WebClinicas

Clínicas de Reabilitação São Paulo, São Paulo

Encontre Clínicas de Reabilitação em de São Paulo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

CAPTA - Clínica de Atendimento Psicológico e Terapias de Apoio
(11) 2086-8561
r Antônio Pereira da Silva,Cb, 93, Sl 3, Jd Tranqüilidade
Guarulhos, São Paulo
Atilio Brunharo Filho
(11) 2408-0911
r Ângelo Vita,Dr, 126, Jd São Paulo
Guarulhos, São Paulo
Clínica de Psicologia Fênix
(11) 3681-5802
av Autonomistas, 791, Sl 1, Vl São José
Osasco, São Paulo
Elaine Justina Silva Duque Estrada
(11) 3682-5298
r Eudócia Domingos Soledade, 6, Jd Cerâmica
Osasco, São Paulo
Consultório de Psicologia Dra. Semiramis Silva Braga
(11) 4054-1965
av Alda 633 s 4, Centro
Diadema, São Paulo
Clínica Psicologia Eliane Cardoso
(11) 2421-8864
r Arlindo Saldanha,Sold, 32, An 3 Sl 34, Jd Guarulhos
Guarulhos, São Paulo
Orbis Nucleo de Educacao e Psicologia Ltda
(11) 3683-2107
r Dante Batiston, 73, A, Centro
Osasco, São Paulo
Clínica de Psicologia Aplicada Sorana S/C Ltda
(11) 4057-3135
r Manoel da Nóbrega, 210, Centro
Diadema, São Paulo
Francine L G Bárbara
(11) 3688-3384
r Afonso,Con, 238, Jd Agu
Osasco, São Paulo
Clínica Mente e Corpo
(11) 4066-1016
av Encarnação 374, Piraporinha
Diadema, São Paulo
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínicas de Reabilitação

Para compreender o problema do abuso de drogas, deve-se ter em vista todo tipo de ingestão de drogas. Entre aquelas utilizadas para produzir euforia ou para reduzir a ansiedade e que conduzem ao hábito, ao vício.

   A dependência de drogas se inicia na maioria das vezes por curiosidade, em situações sociais, onde o indivíduo quer compartilhar entre amigos uma experiência ou emoções agradáveis.

   Há aqueles que pelo menos uma vez ao dia é motivado por um desejo ou necessidade de ter alívio de determinado problema ou situação de ansiedade. Outros devido à compulsão recorrem à droga freqüentemente com intensidade de longa duração, produzindo algum grau de dependência psicológica.

   Quando se estabelece a dependência de substâncias, 
ela pode ser do tipo psíquica ou física.

   Na dependência psíquica "existe um sentimento de satisfação e um impulso psíquico que exigem a administração regular ou contínua de drogas, para produzir prazer ou evitar o mal-estar causado por sua ausência". 

   A dependência física seria "um estado de adaptação do organismo que se manifesta através do aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga".

   Nestas situações o dependente começa a pagar um preço emocional, pois passa a ser observado com desconfiança pela família e pelos amigos, ao mesmo tempo necessita cada vez mais da droga para manter-se ativo.

   Progressivamente a dependência química vai minando a vida do dependente, acarretando sérios problemas na área física (emagrecimento, cirrose, disfunção hormonal e sexual, etc.), área psíquica (amnésia, delírios de perseguição, alucinações visuais, táteis, etc.), área emocional (ansiedade, angústia, agressividade física e verbal, sentimentos de rejeição, etc.), área familiar (desajuste familiar, expulsão do lar, roubos, furtos, etc.), área educacional e de trabalho (baixo rendimento escolar, queda de produtividade, perda de emprego, etc.), e área sexual (esterilidade, perda de potência, etc.).

   O dependente começa a desenvolver defesas emocionais como forma de proteger o seu "eu". Uma das mais comuns é a negação, quando ao ser interpelado ou aconselhado quanto ao uso abusivo de químicos, sempre afirma que não usa, ou que usa muito pouco. Outra defesa emocional é a projeção, onde o dependente atribui a culpa de seu uso aos outros.

   Quando o indivíduo se encontra na dependência grave, nesta fase é impossível viver sem o químico. Apesar de querer parar, já existe um comprometimento físico que é denominado "Síndrome de Abstinência". O organismo necessita o tempo todo de certa quantidade de químico para poder manter-se....

Clique aqui para ler este artigo em Webclínicas