WebClinicas

Tratamento da distrofia corneana Porto Velho, Rondônia

Encontre Tratamento da distrofia corneana em Porto Velho. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Auriane Saldanha D. de Abreu
(69) 3229-0053
Rua Senador Alvaro Maia 1409
Porto Velho, Rondônia
Clinica de Gastroenterologia Cirurgica Dr: Mizel de Melo Pinto
(69) 3229-4979
r Afonso Pena, 50, Sl 8, Centro
Porto Velho, Rondônia
Instituto de Ortopedia e Traumatologia de Rondonia
(69) 3223-2055
r Paulo Leal, 381, Tr Hosp Prontocor, N S das Graças
Porto Velho, Rondônia
Fisiopilates - Clinica de Fisioterapia e Reabilitacao Ltda Me
(69) 3229-5606
r Pio XII, 1139, A, Pedrinhas
Porto Velho, Rondônia
Centro de Ortopedia Lima Ltda
(69) 3224-8235
r Júlio de Castilho, 149, Centro
Porto Velho, Rondônia
Joao Tarcisio M Spinelli
(69) 3221-9789
Quintino Bocaiuva 2132
Porto Velho, Rondônia
P S A Gondim
(69) 3221-1262
r Afonso Pena, 78, Sl 1, Centro
Porto Velho, Rondônia
Clinica Medica Dr. Carlos Mamed
(69) 3224-7504
r Dom Pedro II 1707 São Cristovão
Porto Velho, Rondônia
Clinica Ela
(69) 3221-7844
r Joaquim Nabuco 2718 São Cristovão
Porto Velho, Rondônia
Leandro Debs Procopio
69-3026-6002
Av Carlos Gomes 2746
Porto Velho, Rondônia
Dados Divulgados por
  
Fornecido por: 

Tratamento da distrofia corneana

O ceratocone (CC) é a distrofia corneana mais comum, com uma incidência aproximada de 25 a 320 por 100.000 habitantes1, podendo apresentar também com proporção de 1 caso para 2000 indivíduos2.
   A doença geralmente inicia-se na puberdade sendo progressiva em 20% dos casos2. No CC encontram-se alterações na estrutura do colágeno3,4, na matriz extra-celular5, apoptose6 e necrose dos ceratinócitos7.

   O “Collaborative Longitudinal Evaluation Keratoconus Study”(CLEK) mostrou que 12% dos pacientes submeteram a ceratoplastia penetrante (CP) num total de 1065 pacientes acompanhados por oito anos8.

   Esse estudo ainda mostrou algumas características que aumentam a probabilidade do paciente com CC evoluir para CP8:


• Idade (início mais precoce pior)

• Valores ceratométricos altos (altas curvaturas)

• Baixa Acuidade Visual

• Cicatriz na córnea

• Desconforto com o uso das LC

• Baixa AV correlacionada com a qualidade de vida.

    O CC continua sendo uma das mais comuns indicações para CP em vários países1,2,9 A CP ainda continua sendo a cirurgia padrão, entretanto sabe-se que existe o risco de complicações como: alto astigmatismo, anisometropia, rejeição, infecção, glaucoma, catarata e doenças relacionadas a superfície ocular10.

   No entanto novos procedimentos cirúrgicos como: os implantes de anéis intracorneanos 11-14 e a ceratoplastia lamelar anterior profunda 15,16 surgiram como uma alternativa a CP.
 


   
A Riboflavina – Ultra Violeta A (UVA)

   O “cross-linking” (C3) do colágeno corneano com a riboflavina (vitamina B2) “C3-Riboflavin” é uma técnica inovadora no tratamento de pacientes com CC. A idéia original foi pesquisada pelo Dr Theo Seiler, MD, PhD (Zurique-Suiça), que popularizou o uso da riboflavina e UVA para o enrijecimento do tecido corneano17.

   O mecanismo do “cross-linking” não é novo na área de saúde, pois o princípio biomecânico já tem sido usado nas cirurgias ortopédicas. Os principais objetivos do Dr Seiler no início do estudo foram18:

a. Obter parâmetros reprodutíveis e eficazes (concentração da riboflavina);

b. Dosar a potência de UVA para atingir determinação profundidade e segurança;

c. Criar mecanismos eficientes de medidas da elastometria e estesiometria da córnea.

   A técnica utilizando a luz UVA (370 nm) e a riboflavina cria novas ligações entre as moléculas de colágenos adjacentes capaz de produzir um aumento da espessura da córnea 1,5X ao inicial, bem como, deixá-la menos maleável19.

 

...

Clique aqui para ler este artigo em Webclínicas